VENTANIA
Tinhamos um só Amor
mas você me deixou sozinho
Tinhamos um só caminho a seguir
mas você mudou o rumo da sua direção
Falávamos a mesma linguagem
mas você já não me entende mais
Morávamos sob este mesmo teto
mas você já não habita mais aqui
Saudade, saudade, saudade
_ eu não suporto a solidão
Quem sabe outro dia
outro alguém, outro momento
me façam feliz
e eu viva e sorria, novamente
Quem sabe
alguém vem preencher o vazio
que você deixou!
O homem é parte do mundo... Edifica o mundo... O homem que se interroga, que mergulha ao seu interior à cata de respostas, sabe de sua cabedal importância aos Olhos da Inteligência Maior e dos demais sares que povoam o Universo infinito. O homem é os Olhos de Deus, e Deus, a Matriz dos homens esotéricos que povoam o orbe no seu todo. Quem procura Deus, privilegia-se com a Inteligência Divina.
O homem luta, unicamente, pela sobrevivência, em meio a um pluralismo de idéias, de valores e de estruturas que, muitas vezes, fogem-lhe do convencional e se alargam por diferenças descomunais ao seu habitual.
O homem na ambição de ter, ter e ter, _ esqueceu de si e de quase tudo que maioriza seu interior e lhe sublima a alma. Só quando o homem se descobrir interiormente, terá condições de ir à cata da felicidade e, tê-la em si e para os seus.
Dizem que o homem se divide em pensamentos, mas, o espírito desse homem não se divide em partes; ele é um todo homogêneo e singular da essência racional do homem. Um homem sem espírito não é homem, é apenas um casulo de inércia, ante a falta de sentimentos, vontade e inteligência que caracterizam o indivíduo racional como um ser especial em todas as suas manifestações. O "Eu" ou "Espírito" é a própria consciência do homem explodindo em manifestações gloriosas que sublimam a inteligência do Ser, do Viver e do Saber, por caminhos, muitas vezes, inglórios. Todavia, trilhados com sabedoria e determinação sãs e primazes do esotérico que medra no seu Eu de Luz, uno e majestoso... O seu psiquê, o seu espírito, a sua inteligência essencial que protege e enobrece os externos da vida com sapientes manifestações crísticas ante um mundo pluralista, dual e utilitarista.
Nós nos totalizamos em nós mesmos; talvez, por causa disso, transformamo-nos em dúvidas no raciocínio pusilânime do alheio. Todavia, os liames de uma realidade concreta sempre pavimentarão nossos caminhos em direção aVerdade e Integridade dos nossos sentimentos esaltados ao bom e primoroso da vida, num aconchego maternal. Primamos, então, resolutos por essa grandeza maior, empírica em nossos caminhos esotéricos e dominantes.
" À você que escolhe sempre o que é bom, lembre-se que nada poderá ser bom para você se aos olhos do outro não surtir igual efeito..." (De JOTA ERRE )
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