quinta-feira, 3 de junho de 2010

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Quando olho observador a natureza, contemplo sempre um céu límpido, majestosamente azulíneo, sem aqueles ventos nubíferos que quase sempre maculam um olhar pusilânime. Gosto de sentir o cheiro da terra e das matas se confundindo ao cheiro das águas do mar... É como se tivesse meus olhos mergulhados aos Olhos de Deus, sugando como um bdelômetro, a essência da vida eterna. O Divino é o alicerce dos meus sonhos de vitórias... E minha fé Nele é sobrenatural. Por isso vivo, por isso sonho e me deleito nesta vontade grandiloqüente de ser, vencer e ter o melhor e maior que este Paraíso nos dá ao desfrute. Uma alma boa sempre voa, serena em direção aos céus, sobrepondo-se, tranqüila, as nuvens negras que mazelam o orbe infinito. Não lembrem tristezas antigas, nem chorem por dores passadas; deixem o vento, que sempre flui efêmero, levá-las e perdê-las em distâncias que não vivemos. Deus é Divino porque é justo... E a Verdade contém a maior justiça que se pode perceber. E, é no Presente que teremos alegrias e a presença da Verdade sobre os enganos de ontem. Um sol fulgurante sempre nasce em cada amanhecer, indubitavelmente! A justiça, a Verdade e o Momento Divino, encerram uma grande analogia que molda o nosso orbe imensurável numa realidade imaculada. Se usufruirmos esse contexto retamente, por certo, seremos os privilegiados merecedores das grandezas do mundo. Deus se eterniza no maior de todos os enigmas que os homens tentam, incansáveis e manentes, decifrar e dar-Lhe formas, às quais, nunca chegarão ao verossímil; pois, jamais teremos acesso em visão ou toque Nessa Grandeza Majestosa. Por isso, este Enigma é Deus, é Divino, é Justo e Verdadeiro. E não existe paradoxo que supere esse dito. Nós, homens, somos apenas microscópia imagem e semelhança da macro grandeza Divina. E isso nos coloca muito aquém de igualdades com o Pai. Portanto, sejamos humildes diante Dele e nos façamos grandiosos, espiritualmente, aos olhos desse orbe infinito que nos faz volitar como alados ou naves orbícolas, os incessantes desconhecidos da nossa mente. Só tendo equilíbrio psíquico e uma sabedoria contígua, muito Amor e simplicidade a tudo que criarmos é que nos aproximaremos das riquezas inimagináveis do Criador.

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