sexta-feira, 4 de junho de 2010
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Não é presunção o homem querer usufruir todas as grandezas do mundo em que habita ou voar, como alados, por mundos desconhecidos. Todas as riquezas e grandezas do Universo lhe pertence. Portanto, é de bom grado que as mereça e com elas alimente o cio do seu manancial de ambições, por mais esdrúxulas que possam se mostrar. O arrebatamento maior desse homem é a Realização do seu fito, é o Poder na conquista. Quando o homem cultiva a paz, ele ganha o infinito. E o tempo, que é pretérito, presente e futuro, lhe dá as riquezas que mais ambiciona. Mesmo que ele se silencie ou se distancie por mundos desiguais, não perde a ternura que sua tranqüilidade alimenta na criança que cada ser trás dentro de si. Já no útero materno, quando é gerado, inculto e belo, começam suas batalhas divinas pela conquista da vida que vai se fortalecendo à medida que Deus: "que é a soma das suas forças interior,"vai se formatando e se disseminando pela tepidez da placenta que lhe comunica com o mundo através da seiva materna. Deste início vital, tudo que o homem pode sublimar para viver feliz dentro do aprender, crer, fazer e ensinar, ele se questiona se pode ou não dar continuidade ao seu fito interminável no orbe em que vive e cada vez mais se espalha e se alarga por espaços desconhecidos deste Universo Quando ele acredita saber alguma coisa, na realidade, ele necessita saber muito mais... Por isso, os eternos questionamentos aos quais se impinge, afloram sempre no seu ego sequioso pelo descomunal. A admiração do homem ante as belezas que o cercam o torna um grande vencedor e merecedor das maioridades do mundo. Assim, podemos seletar e priorizar este homem entre os animais mais fascinantes e inteligentes desta esfera universal. Quando o homem se espanta diante da grandeza e beleza do mundo, ele pára, pensa e medita, criando pensamentos de superação e vitórias em busca do desfrute desse manancial de riquezas Divinas, mesmo que, por isso, ele tenha que perder, sofrer ou morrer. Um homem que tem bom senso, sempre avança cauteloso em busca das emoções de conquista. Todavia, é pondo sua vida em ninhos de cobras que ganhará sua liberdade e, só a perderá, quando renunciar sua opção de se expressar e de opinar diante do bem e do mal.
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